Mostrando postagens com marcador texto dos outros. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador texto dos outros. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Blog Day

Hoje, 31 de agosto de 2010 comemora-se o quinto BlogDay, data em que cada blog indica outros cinco para seus leitores. Eu, como sou meio "over", indico dez (que não estão em ordem de preferência):

1. Cinema Cultura: porque tem toda a filmografia do Fellini para baixar, inclusive Amarcord, que é lindo.

2. You & Me on a Jamboree: porque tem toda a discografia que você precisa ouvir de música jamaicana old school.

3. DNA Discoteca Nacional: porque tem toda a discografia de música boa brasileira contemporânea.

4. Gaveta Cheia: porque a autora é minha amiga e escreve coisas bacanas e bonitas.

5. Moral em Concordata: porque sim.

6. O Micróbio: porque mesmo sem conhecer quem escreve, eu leio sempre.

7. O Carapuceiro: porque é do Xico Sá, o maior observador dos modos de macho e das modinhas de fêmea que eu já vi.

8. eraOdito: porque fala de literatura sem rodeios.

9. Donnerwetter: porque, mesmo que o Batata não atualize sempre, ele escreve coisas legais sobre a Alemanha.

10. Blog do Tom Zé: eu não sei se é ele quem escreve, mas além de eu ser fã dele, ele fez uma música pro centenário do Corinthians.


segunda-feira, 30 de agosto de 2010

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Flip(per) em Paraty

No fim de tarde de sexta:

- Já vai?
- Já, vou viajar...

(...)

- Tchau, pessoal.

(...)

- Pra onde ele vai?
- Pra Paraty, vai pra Flipper. Sabe, a Flipper, que tem um monte de livros?!



Faz sentido: golfinhos, mar, Paraty...

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Quino e a idade

FOLHA - E como está sua saúde?
QUINO - Anda mais ou menos.

FOLHA - O que está de mais e o que está de menos?
QUINO - Bem, demais estão os anos... De menos, a juventude.

(Cartunista Quino, 77 anos, em entrevista à Folha de S. Paulo)

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Costume de gato

"Hábito muito inconveniente dos gatinhos (observara certa vez Alice) é o de, o que for que você diga, eles sempre ronronarem." "Se somente ronronassem quando quisessem dizer "sim" e miassem para dizer "não", ou de acordo com alguma regra desse tipo", dissera ela, "de modo que a gente pudesse bater um papo com ele! Mas como a gente pode falar com uma pessoa se ela sempre diz a mesma coisa?"

(Lewis Carroll, Cherry, 1971. p. 260)