segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Na subida do morro é diferente...
...porque tem muita gente inocente por ali também e um filme é só um filme.
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Meu lamento
A cantora Cláudia Barroso iniciou sua carreira na Jovem Guarda, na década de 1960, e ficou conhecida também por seu romance com Waldick Soriano e por ter sido jurada do Show de Calouros do Silvio Santos.
Legítima cantora de música brega, do tipo que tocava no Cassino do Chacrinha, suas músicas tinham aquele tecladinho brega e falavam de amor, obviamente.
Escrevo sobre ela porque encontrei um de seus sucessos, "Meu lamento", interpretado pela supercompetente Bárbara Eugênia.
A carioca radicada em São Paulo Bárbara Eugênia, além de participar de vários projetos, como o DVD ao vivo "Amigos Invisíveis", de Edgard Scandurra, e o 3naMassa, lançou esse ano o álbum "Jounal de Bad", com músicas que falam de amor, decepções amorosas, tudo parecendo bem autobiográfico.
Em seu disco, em parceiras com Tom Zé, Otto, Junio Barreto, Karina Buhr, entre outros artistas, além de uma banda de primeira, que inclui integrantes do Cidadão Instigado, da banda de Otto, de Júpiter Maçã, entre outras, Bárbara faz um rock que lembra o ritmo nos anos 1950 e 1970, e, talvez por isso, sua versão para "Meu lamento" tenha ficado tão boa.
Para ouvir o "Journal de Bad": http://soundcloud.com/barbara-eugenia
Legítima cantora de música brega, do tipo que tocava no Cassino do Chacrinha, suas músicas tinham aquele tecladinho brega e falavam de amor, obviamente.
Escrevo sobre ela porque encontrei um de seus sucessos, "Meu lamento", interpretado pela supercompetente Bárbara Eugênia.
A carioca radicada em São Paulo Bárbara Eugênia, além de participar de vários projetos, como o DVD ao vivo "Amigos Invisíveis", de Edgard Scandurra, e o 3naMassa, lançou esse ano o álbum "Jounal de Bad", com músicas que falam de amor, decepções amorosas, tudo parecendo bem autobiográfico.
Em seu disco, em parceiras com Tom Zé, Otto, Junio Barreto, Karina Buhr, entre outros artistas, além de uma banda de primeira, que inclui integrantes do Cidadão Instigado, da banda de Otto, de Júpiter Maçã, entre outras, Bárbara faz um rock que lembra o ritmo nos anos 1950 e 1970, e, talvez por isso, sua versão para "Meu lamento" tenha ficado tão boa.
Para ouvir o "Journal de Bad": http://soundcloud.com/barbara-eugenia
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Conexão PE
"As falas que estou cantando agora, são desenhos que guardei, que tracei com tintas coloridas, que pintei pra você."

Quem ouve músicas como Meu Coração de Arnaldo Antunes, muitas vezes não faz nem ideia de que um de seus autores é o pernambucano Ortinho.
Ouvi Ortinho pela primeira vez num show da Nação Zumbi, em comemoração aos 15 anos de "Da Lama ao Caos", parte do Conexão PE, em setembro de 2009, e, desde então, não consegui mais parar de ouvir.
Wharton Coelho, que já fez parte da banda Querosene Jacaré (mais uma que vale a pena ouvir!), tem dois álbuns gravados, "Somos" e "Ilha do Destino", e acaba de lançar em São Paulo o sensacional "Herói Trancado", que conta com a participação de Jorge du Peixe, além de artistas como Vitor Araújo.
Sua música tem um registro único, misturando maracatu, rock, repente, ciranda, entre outros ritmos, criando músicas que mostram forte influência de Lia de Itamaracá (ouçam!!!), Tom Zé (nem precisa comentar), Júnio Barreto (ouçam!!!), entre outros artistas nordestinos.
Autor da música Sangue de Bairro, junto com Chico Science, criador da trilha do filme "Baile Perfumado", Ortinho infelizmente ainda permanece um pouco desconhecido do público aqui de São Paulo, mesmo fazendo shows pelo menos uma vez por ano por aqui.
Num clima meio iê-iê-iê, Ortinho faz rock clássico, com guitarra, baixo e bateria (e muito da loucura de Ortinho), mas ao mesmo tempo suave, com metais, teclados, sem barulhos, com letras bem escritas e, às vezes, com um suíngue meio brega. Enfim, produzido por Yuri Queiroga (sobrinho de Lula Queiroga), "Herói Trancado" traz canções tão boas quanto Avenida Norte e Cirandagem, porém com um toque a mais.
"Saudades do Mundo", com Jorge du Peixe e Ortinho, do álbum "Herói Trancado"

Quem ouve músicas como Meu Coração de Arnaldo Antunes, muitas vezes não faz nem ideia de que um de seus autores é o pernambucano Ortinho.
Ouvi Ortinho pela primeira vez num show da Nação Zumbi, em comemoração aos 15 anos de "Da Lama ao Caos", parte do Conexão PE, em setembro de 2009, e, desde então, não consegui mais parar de ouvir.
Wharton Coelho, que já fez parte da banda Querosene Jacaré (mais uma que vale a pena ouvir!), tem dois álbuns gravados, "Somos" e "Ilha do Destino", e acaba de lançar em São Paulo o sensacional "Herói Trancado", que conta com a participação de Jorge du Peixe, além de artistas como Vitor Araújo.
Sua música tem um registro único, misturando maracatu, rock, repente, ciranda, entre outros ritmos, criando músicas que mostram forte influência de Lia de Itamaracá (ouçam!!!), Tom Zé (nem precisa comentar), Júnio Barreto (ouçam!!!), entre outros artistas nordestinos.
Autor da música Sangue de Bairro, junto com Chico Science, criador da trilha do filme "Baile Perfumado", Ortinho infelizmente ainda permanece um pouco desconhecido do público aqui de São Paulo, mesmo fazendo shows pelo menos uma vez por ano por aqui.
Num clima meio iê-iê-iê, Ortinho faz rock clássico, com guitarra, baixo e bateria (e muito da loucura de Ortinho), mas ao mesmo tempo suave, com metais, teclados, sem barulhos, com letras bem escritas e, às vezes, com um suíngue meio brega. Enfim, produzido por Yuri Queiroga (sobrinho de Lula Queiroga), "Herói Trancado" traz canções tão boas quanto Avenida Norte e Cirandagem, porém com um toque a mais.
"Saudades do Mundo", com Jorge du Peixe e Ortinho, do álbum "Herói Trancado"
terça-feira, 16 de novembro de 2010
Morada Boa
Até pouco tempo, eu tinha um blog chamado Morada Boa, mas como ninguém lia, resolvi repostar laguns textos de lá aqui e deixá-lo suspenso por algum tempo.
Este foi o primeiro post do Morada Boa, na verdade, uma justificativa ao nome do blog, que foi retirado do título de uma das canções do 3naMassa. Aqui, transformo-o em um post sobre música, sem justificativas, ok?!
Pra quem não conhece, 3naMassa é mais uma das bandas (ou dos projetos) surgidas no Recife, que ultimamente, ao menos pra mim, tem se revelado celeiro de coisas maravilhosas, especialmente no quesito música.
A ideia do 3naMassa é criar música em que as mulheres falam sobre suas experiências amorosas, porém os autores das canções são três homens, que, além de assinarem as composições, ainda compõem a banda: Rica Amabis (do Instituto), Pupillo e Dengue (ambos da Nação Zumbi), entre outros. Nos vocais, se revezam cantoras e atrizes-cantoras, como Thalma de Freitas, Pitty, Leandra Leal, Marina de La Riva, Céu, Karine Carvalho, entre outras.
Bom, dizem que a banda está preparando um novo álbum, mas, com tantos projetos paralelos, como o Almaz (maravilhoso, com Seu Jorge), tô achando que não vai rolar tão cedo.
Então, por enquanto, Morada Boa...
Este foi o primeiro post do Morada Boa, na verdade, uma justificativa ao nome do blog, que foi retirado do título de uma das canções do 3naMassa. Aqui, transformo-o em um post sobre música, sem justificativas, ok?!
Pra quem não conhece, 3naMassa é mais uma das bandas (ou dos projetos) surgidas no Recife, que ultimamente, ao menos pra mim, tem se revelado celeiro de coisas maravilhosas, especialmente no quesito música.
A ideia do 3naMassa é criar música em que as mulheres falam sobre suas experiências amorosas, porém os autores das canções são três homens, que, além de assinarem as composições, ainda compõem a banda: Rica Amabis (do Instituto), Pupillo e Dengue (ambos da Nação Zumbi), entre outros. Nos vocais, se revezam cantoras e atrizes-cantoras, como Thalma de Freitas, Pitty, Leandra Leal, Marina de La Riva, Céu, Karine Carvalho, entre outras.
Bom, dizem que a banda está preparando um novo álbum, mas, com tantos projetos paralelos, como o Almaz (maravilhoso, com Seu Jorge), tô achando que não vai rolar tão cedo.
Então, por enquanto, Morada Boa...
sábado, 13 de novembro de 2010
Pode ou não pode?
Não pode beber, não pode fumar, não pode destruir a natureza, não pode andar em alta velocidade... Não pode nada?! Mas se não pode nada, vai sobrar o que pra fazer?
P.S.: O que é esse barulho de elefante ao fundo?!
terça-feira, 9 de novembro de 2010
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Mais uma propaganda da Pepsi...
É o que eu digo sempre: Pepsi, faça propagandas assim no Brasil e eu, a maior consumidora de Coca do planeta, troco a Coca pela Pepsi.
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