Pois é, o Natal tá aí e depois já vem o Carnaval. Pra quem gosta de axé já ir se preparando pro Carnaval...
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terça-feira, 30 de novembro de 2010
sexta-feira, 19 de março de 2010
Monsueto e Virna Lisi
Monsueto foi cantor, compositor e instrumentista. Nascido no Rio de Janeiro, chegou a cantar com Herivelto Martins (sim, o da dalva de Oliveira) e atuou em filmes, como "Treze cadeiras", de 1957.
É dele o sucesso gravado por Linda Batista no carnaval de 1962, "Me deixa em paz". Aqui, uma versão com Seu Jorge (pra lá de Bagdá!) e Teresa Cristina:
Dele também é a canção "Eu quero essa mulher", samba de 1961, que, quem ouviu rock nacional nos anos 1990 deve ter ouvido com a banda Virna Lisi.
Virna Lisi e Monsueto:
É dele o sucesso gravado por Linda Batista no carnaval de 1962, "Me deixa em paz". Aqui, uma versão com Seu Jorge (pra lá de Bagdá!) e Teresa Cristina:
Dele também é a canção "Eu quero essa mulher", samba de 1961, que, quem ouviu rock nacional nos anos 1990 deve ter ouvido com a banda Virna Lisi.
Virna Lisi e Monsueto:
sábado, 13 de fevereiro de 2010
Ah, o Carnaval....
Definitivamente, a criatividade baiana (ou nordestina?) é invejável e se supera a cada ano!
Todo ano, na época do Carnaval, surge um novo ritmo, uma nova dança, uma nova música (?)...
Lembro quando era pequena da primeira febre musical que presenciei: a lambada. Na época, sem o menor discernimento acerca do que era bom ou não (afinal, quem via Xuxa não podia ter muita noção de qualidade mesmo!), eu me divertia ouvindo o grupo Kaoma cantar "Chorando se foi quem um dia só me fez chorar" e, claro, o que eu mais queria era ter uma saia igual a da menina que dançava no clipe e sair rodopiando por aí. Apesar de grande fã do grupo Kaoma - do tipo que tinha até uma incrível caneta com uma estrela na ponta que tocava a música (só queria saber quem me deu isso!), adorava o rei da lambada Beto Barbosa cantando "Adocica, meu amor, a minha vida...".
Fato é que o tempo passou, o gosto melhorou e muito, mas os novos ritmos continuaram a surgir incessantemente a cada Carnaval.
Eu não sei de onde eles vinham, mas eram um misto de índios amazônicos com uma versão pré-Carla Perez: Carrapicho. Quem não se lembra do "Tic-tic-tic-ta", hit que invadiu não só as rádios brasileiras, como também as europeias, levando as belezas do Brasil (lembram-se do vocalista?! hahahaha) ao mundo.
Não lembro se foi antes ou depois do Carrapicho, mas sei que houve uma fase em que a "onda" era... a "Dança de qualquer coisa": dança da manivela, dança do bambolê, dança da garrafa, dança da latinha, dança da bundinha... Era tanta coreografia, tanta coisa que tenho certeza que se alguém deve ter dançado a dança da garrafinha na bundinha (sem trocadalhos!)!
O Tchan acabou, a Cia. do pagode acabou, os outros sumiram.... e veio o funk! Aí, a baixaria tava instalada. Prefiro nem comentar!
Agora, em 2010, o que vai "quebrar tudo e fazer atæe aleijado tirar o pé do chão" é o "Rebolation". Entender o que é isto não requer nada. Basta ligar sua TV nos principais jornais (sim, aqueles que deveriam informar sobre o que acontece no Brasil e no mundo!), como Bom dia Brasil, Jornal da Globo, Jornal do SBT, e ver uma demonstração da nova dança, acompanhada da bela letra: "Rebolation, rebolation, rebolation, rebolation...".
E pra 2011?! Não quero nem saber o que vão inventar! Pediu pá pará, parô!
Todo ano, na época do Carnaval, surge um novo ritmo, uma nova dança, uma nova música (?)...
Lembro quando era pequena da primeira febre musical que presenciei: a lambada. Na época, sem o menor discernimento acerca do que era bom ou não (afinal, quem via Xuxa não podia ter muita noção de qualidade mesmo!), eu me divertia ouvindo o grupo Kaoma cantar "Chorando se foi quem um dia só me fez chorar" e, claro, o que eu mais queria era ter uma saia igual a da menina que dançava no clipe e sair rodopiando por aí. Apesar de grande fã do grupo Kaoma - do tipo que tinha até uma incrível caneta com uma estrela na ponta que tocava a música (só queria saber quem me deu isso!), adorava o rei da lambada Beto Barbosa cantando "Adocica, meu amor, a minha vida...".
Fato é que o tempo passou, o gosto melhorou e muito, mas os novos ritmos continuaram a surgir incessantemente a cada Carnaval.
Eu não sei de onde eles vinham, mas eram um misto de índios amazônicos com uma versão pré-Carla Perez: Carrapicho. Quem não se lembra do "Tic-tic-tic-ta", hit que invadiu não só as rádios brasileiras, como também as europeias, levando as belezas do Brasil (lembram-se do vocalista?! hahahaha) ao mundo.
Não lembro se foi antes ou depois do Carrapicho, mas sei que houve uma fase em que a "onda" era... a "Dança de qualquer coisa": dança da manivela, dança do bambolê, dança da garrafa, dança da latinha, dança da bundinha... Era tanta coreografia, tanta coisa que tenho certeza que se alguém deve ter dançado a dança da garrafinha na bundinha (sem trocadalhos!)!
O Tchan acabou, a Cia. do pagode acabou, os outros sumiram.... e veio o funk! Aí, a baixaria tava instalada. Prefiro nem comentar!
Agora, em 2010, o que vai "quebrar tudo e fazer atæe aleijado tirar o pé do chão" é o "Rebolation". Entender o que é isto não requer nada. Basta ligar sua TV nos principais jornais (sim, aqueles que deveriam informar sobre o que acontece no Brasil e no mundo!), como Bom dia Brasil, Jornal da Globo, Jornal do SBT, e ver uma demonstração da nova dança, acompanhada da bela letra: "Rebolation, rebolation, rebolation, rebolation...".
E pra 2011?! Não quero nem saber o que vão inventar! Pediu pá pará, parô!
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
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