Eu fiz 4 anos de faculdade de tradução, já traduzi bastante coisa, fiz inglês desde os 11 anos, alemão, francês, mas até agora não descobri que idioma o Chorão e a Joelma falam.
Tudo bem que ela é a rainha do Calypso paraense, o marido dela o rei da guitarra, e o Chorão o rei do skate (?) e de Santos, mas eu não entendo uma palavra do que eles dizem!
Alguém saberia me dizer o que Chorão canta a partir de 1:09 desse vídeo?
E a querida Joelma a partir de 1:20 desse vídeo (que merecia um post só pra ele)?
Como se não bastasse tudo isso, Joelma agora canta em inglês seu já clássico "Acelerou", ou melhor "Accelerate":
Por favor, alguém poderia pagar a Cultura Inglesa ou outra coisa dessas pra ela?!
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segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Lisos, crespos, balaiagem, guanidina, alisabel, chapinha....
Qualquer pessoa que tenha cabelo sofre! Quem tem crespo quer liso; quem tem liso quer crespo, de acordo com a moda...
Mas, com certeza, quem tem cabelo crespo sabe mesmo o que é sofrer!
Você quer deixar seu cabelo crespo, natural, cachos soltos, então lava, passa um leave-in caríssimo, faz mil coisas, mas saiu no vento: "Puff!", o black power se forma de uma maneira incrível!
Você quer prender, fazer um rabo-de-cavalo, puxa tudo pra trás, de repente: "Puff", os fios de cabelos da frente - que sempre são mais curtos - começam a levantar e você fica mais parecendo o Einstein! Sem falar que, dependendo do tamanho - na verdade, se o cabeloo for curto -, você não terá um rabo-de-cavalo, mas um pom-pom, no máximo um rabinho de urso...
Aí, você tem a brilhante ideia de fazer escova, com chapinha depois...
Tá tudo lindo... Se for num dia de sol, sem umidade, se não respingar vapor do chuveiro no seu cabelo... Se tudo isso acontecer, lá estão os antepassados levantando e mostrando que o crespo, assim como as baratas, sempre sobrevive!
A escova normal não basta, o negócio é a escova progressiva.
Antigamente, alisava-se o cabelo com henê, Alisabel, Wellachic e outros alisantes, mas o resultado sempre era o mesmo: nada ou, no máximo, um cabelo táo esticado que mais parecia que você tinha colocado o cabelo debaixo de um rolo compressor! Isso sem falar na técnica de alisar com o ferro de passar roupa ou passando óleo de amêndoas - um luxo! - Tudo melado ou queimado!
Com a tecnologia, depois da japonesa, da baiana, da de chocolate, da egípcia... o negócio agora é a progressiva. O trabalho é o mesmo: umas sete horas de cabeleireiro, uns 300 reais gastos e a promessa de um cabelo liso e sedoso por pelo menos três meses, sem medo de chuva, vento, mormaço, sol, umidade, nada!
Bom, já que não fazem mais sentido os versos de "Respeitem meus cabelos brancos" (estão fora de moda), de Chico César, que dizem:
O jeito é se render a João do Morro e sua "Balaiagem":
As meninas estão correndo com medo da tempestade!
P.S.: Sim, já passei por muitas das situações e muitos dos produtos citados! hahahaha...
Mas, com certeza, quem tem cabelo crespo sabe mesmo o que é sofrer!
Você quer deixar seu cabelo crespo, natural, cachos soltos, então lava, passa um leave-in caríssimo, faz mil coisas, mas saiu no vento: "Puff!", o black power se forma de uma maneira incrível!
Você quer prender, fazer um rabo-de-cavalo, puxa tudo pra trás, de repente: "Puff", os fios de cabelos da frente - que sempre são mais curtos - começam a levantar e você fica mais parecendo o Einstein! Sem falar que, dependendo do tamanho - na verdade, se o cabeloo for curto -, você não terá um rabo-de-cavalo, mas um pom-pom, no máximo um rabinho de urso...
Aí, você tem a brilhante ideia de fazer escova, com chapinha depois...
Tá tudo lindo... Se for num dia de sol, sem umidade, se não respingar vapor do chuveiro no seu cabelo... Se tudo isso acontecer, lá estão os antepassados levantando e mostrando que o crespo, assim como as baratas, sempre sobrevive!
A escova normal não basta, o negócio é a escova progressiva.
Antigamente, alisava-se o cabelo com henê, Alisabel, Wellachic e outros alisantes, mas o resultado sempre era o mesmo: nada ou, no máximo, um cabelo táo esticado que mais parecia que você tinha colocado o cabelo debaixo de um rolo compressor! Isso sem falar na técnica de alisar com o ferro de passar roupa ou passando óleo de amêndoas - um luxo! - Tudo melado ou queimado!
Com a tecnologia, depois da japonesa, da baiana, da de chocolate, da egípcia... o negócio agora é a progressiva. O trabalho é o mesmo: umas sete horas de cabeleireiro, uns 300 reais gastos e a promessa de um cabelo liso e sedoso por pelo menos três meses, sem medo de chuva, vento, mormaço, sol, umidade, nada!
Bom, já que não fazem mais sentido os versos de "Respeitem meus cabelos brancos" (estão fora de moda), de Chico César, que dizem:
Se eu quero pixaim, deixa
Se eu quero enrolar, deixa
Se eu quero colorir, deixa
Se eu quero assanhar, deixa
Deixa, deixa a madeixa balançar
O jeito é se render a João do Morro e sua "Balaiagem":
As meninas estão correndo com medo da tempestade!
P.S.: Sim, já passei por muitas das situações e muitos dos produtos citados! hahahaha...
sábado, 7 de fevereiro de 2009
Sessão da tarde
Quando eu era pequena (e até hoje), o período em que mais assistia a TV era nas férias, principalmente, nas tardes de chuva quando não podia brincar com as outras crianças do prédio no playground ou quando eu estava doente, com alguma crise de bronquite (infância bem saudável!).
Hoje, quando ligo a TV numa tarde de férias pra assistir a alguma coisa, só me resta escolher entre artesanato, aulas de culinária, barraco em família, desenhos da Cultura ou Malhação, porém, antigamente, quando não assistia ao Clodovil desenhando roupas "chiquérrimas" em seu programa, optava pela Sessão da tarde.
A mesma Sessão da tarde que hoje só passa Encantada, Uma escola atrapalhada ou aqueles filmes do Chuck Norris, na minha infância anos 80, tinha uma programação muito mais requintada.
4 filmes faziam com que eu e a maioria das outras crianças do prédio trocassem as balanças, gira-gira, gangorras e outras brincadeiras do playground pela TV da sala: A lagoa azul, que sempre, sempre passava no aniversário de uma das meninas do prédio); Nos tempos da brilhantina (que hoje chama de Grease) e A lenda de Billie Jean.
Tendo Brooke Shield como protagonista, A lagoa azul não era propriamente para crianças, nem o meu predileto, mas acho que todos éramos atraídos por ela por causa do cenário e da aventura de duas crianças-adolescentes perdidas no meio do nada. Tentaram fazer uma continuação, mas como era muito meia-boca, a Globo ainda continua a passar o filme em sua versão original.
Nos tempos da brilhantina sim era o meu filme preferido. Quando via no comercial que seria essa a atração do dia, não desgrudava da TV. O filme é uma historinha de amor típica dos colégios americanos, envolvendo uma nerd com um popular, mas o que atrai mesmo são as músicas. Até eu, que não gosto de musicais, sei todas as letras de cor (tudo bem que eu sempre cantei “Seven boys, seven boys...” na parte que, na verdade, era Tell me more, tell me more...) e, se bobear, ainda posso arriscar umas coreografias de Grease lighting. Grease ainda passa nas férias na sessão da tarde, não é sempre, mas a cada 5 anos...
Vamos lá, todos conseguem, basta levantar e abaixar os bracinhos..
Mas o filme que mais me chamou a atenção e que até hoje não sai da minha cabeça, com certeza, é A lenda de Billie Jean (não é a Billie do Michael!). Na época, todas as meninas do meu prédio se chamavam Billie Jena nas brincadeiras, todas queríamos ser a Billie Jean, ela era nossa heroína! Bom, fato é que, não sei porque, mas o filme nunca saiu da minha cabeça. Eu lembro pouco da história; só sei que a coitada da Billie Jean, uma adolescente americana, é acusada de um crime e tem que fugir. Pra onde, por que e o que acontece, eu já não sei. Só sei de uma coisa e é justamente ela que não sai da minha cabeça: numa parte do filme, a menina que tinha longos cabelos loiros, corta os cabelos bem curtinhos... O resto? Bom, o restante, se alguém quiser colaborar com a minha memória, é só me contar!
Hoje, quando ligo a TV numa tarde de férias pra assistir a alguma coisa, só me resta escolher entre artesanato, aulas de culinária, barraco em família, desenhos da Cultura ou Malhação, porém, antigamente, quando não assistia ao Clodovil desenhando roupas "chiquérrimas" em seu programa, optava pela Sessão da tarde.
A mesma Sessão da tarde que hoje só passa Encantada, Uma escola atrapalhada ou aqueles filmes do Chuck Norris, na minha infância anos 80, tinha uma programação muito mais requintada.
4 filmes faziam com que eu e a maioria das outras crianças do prédio trocassem as balanças, gira-gira, gangorras e outras brincadeiras do playground pela TV da sala: A lagoa azul, que sempre, sempre passava no aniversário de uma das meninas do prédio); Nos tempos da brilhantina (que hoje chama de Grease) e A lenda de Billie Jean.
Tendo Brooke Shield como protagonista, A lagoa azul não era propriamente para crianças, nem o meu predileto, mas acho que todos éramos atraídos por ela por causa do cenário e da aventura de duas crianças-adolescentes perdidas no meio do nada. Tentaram fazer uma continuação, mas como era muito meia-boca, a Globo ainda continua a passar o filme em sua versão original.
Nos tempos da brilhantina sim era o meu filme preferido. Quando via no comercial que seria essa a atração do dia, não desgrudava da TV. O filme é uma historinha de amor típica dos colégios americanos, envolvendo uma nerd com um popular, mas o que atrai mesmo são as músicas. Até eu, que não gosto de musicais, sei todas as letras de cor (tudo bem que eu sempre cantei “Seven boys, seven boys...” na parte que, na verdade, era Tell me more, tell me more...) e, se bobear, ainda posso arriscar umas coreografias de Grease lighting. Grease ainda passa nas férias na sessão da tarde, não é sempre, mas a cada 5 anos...
Vamos lá, todos conseguem, basta levantar e abaixar os bracinhos..
Mas o filme que mais me chamou a atenção e que até hoje não sai da minha cabeça, com certeza, é A lenda de Billie Jean (não é a Billie do Michael!). Na época, todas as meninas do meu prédio se chamavam Billie Jena nas brincadeiras, todas queríamos ser a Billie Jean, ela era nossa heroína! Bom, fato é que, não sei porque, mas o filme nunca saiu da minha cabeça. Eu lembro pouco da história; só sei que a coitada da Billie Jean, uma adolescente americana, é acusada de um crime e tem que fugir. Pra onde, por que e o que acontece, eu já não sei. Só sei de uma coisa e é justamente ela que não sai da minha cabeça: numa parte do filme, a menina que tinha longos cabelos loiros, corta os cabelos bem curtinhos... O resto? Bom, o restante, se alguém quiser colaborar com a minha memória, é só me contar!
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
Vamos abrir a roda
Pioneira na Axé Music, a soteropolitana Sarajane é uma daquelas “cantoras de uma música só”. Você pode não saber de quem estou falando, mas com certeza já ouviu, nem que seja de longe alguma coisa do tipo “Vamos abrir a roda, ‘enlarguecer’.../ tá ficando apertadinha... / por favor, abre a rodinha, meu amor...”.
Lançado em 1986, o hit A roda proporcionou à baiana uma série de aparições na TV, dezenas de pedidos nas rádios do Brasil e ainda lhe rendeu o título de melhor cantora de trio elétrico.
Quando ainda não existia Ivete Sangalo, Cláudia Leitte, entre outras, Sara deu início ao que seria a Axé Music, ao lado de ícones do ritmo que duram até hoje, como Chiclete com banana, que no ano de lançamento da “rodinha”, vendia quase um milhão de cópias com seu álbum “Gritos de Carnaval”.
Bom, enquanto o chiclete continua arrebanhando milhares de “chicleteiros”, seja no Carnafacul ou no Carnaval baiano, Sarajane leva uma vida normal, cuidando de uma ONG voltada para crianças e artes. Dizem que está de volta e se apresenta desde 2008, todas as quartas, num bar em Salvador, mas isso eu já não sei...
Lançado em 1986, o hit A roda proporcionou à baiana uma série de aparições na TV, dezenas de pedidos nas rádios do Brasil e ainda lhe rendeu o título de melhor cantora de trio elétrico.
Quando ainda não existia Ivete Sangalo, Cláudia Leitte, entre outras, Sara deu início ao que seria a Axé Music, ao lado de ícones do ritmo que duram até hoje, como Chiclete com banana, que no ano de lançamento da “rodinha”, vendia quase um milhão de cópias com seu álbum “Gritos de Carnaval”.
Bom, enquanto o chiclete continua arrebanhando milhares de “chicleteiros”, seja no Carnafacul ou no Carnaval baiano, Sarajane leva uma vida normal, cuidando de uma ONG voltada para crianças e artes. Dizem que está de volta e se apresenta desde 2008, todas as quartas, num bar em Salvador, mas isso eu já não sei...
sábado, 17 de janeiro de 2009
Eu usaria Neutrox...
4 anos de faculdade de Publicidade, mais de mil reais de mensalidade, aulas com professores de todos os naipes - da sargentona da Myrla ao garotão de 60 anos do Milton (era esse o nome dele??), muitas peças produzidas, muitas aulas de criação, muitas aulas de teoria da comunicação, proxêmica, cenografia, produção não sei do quê, história da arte, desenho, design, redação... E no final, ele de novo: "Ele usaria Neutrox...."
Que bom que antes de PP eu fiz Letras...
Que bom que antes de PP eu fiz Letras...
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